Professor Rogério

Foto de Carlos Rogerio da Silva Carvalho
Professor Rogério
Carlos Rogerio da Silva Carvalho (nome civil)
3 eleições entre 2012 e 2020 · PSOL
49 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Médio
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professor Rogério (Carlos Rogério da Silva Carvalho) disputou 3 eleições entre 2012 e 2020, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por RJ: 1.178 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 475 de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 230). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 932, 57% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

10 votos em 2020 (anulados) · 3 eleições

A votação de Carlos Rogerio da Silva Carvalho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 2 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos

Professor Rogério declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Cabo Frio (RJ) em 2012, e deputado estadual por Rio de Janeiro em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas e R$ 475 de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 1 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 230). Em 2012, 57% dos R$ 932 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Gastos em 2018R$ 1 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32012, 2018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2020Vereador, Cabo Frio (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2018Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 76% · outras 24%
Gasto contratado
R$ 1 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil84,5%
  • Materiais impressosR$ 23015,5%
2012Vereador, Cabo Frio (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 46% · próprios 54%
Gasto contratado
R$ 932
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 53257,1%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 40042,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892