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Prado Sá

Foto de Mário David Prado Sá
Prado Sá
Mário David Prado Sá (nome civil)
3 eleições entre 2014 e 2022 · último partido PV
65 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Advogado

Prado Sá (Mário David Prado Sá) disputou 3 eleições entre 2014 e 2022, para senador e deputado federal, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para senador por PA: 3.556 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2014 para deputado federal por PA, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 5 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 4 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 100).

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

3.556 votos em 2018 (anulados) · 3 eleições

A votação de Mário David Prado Sá em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalSenador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 3 mil em gastos

Prado Sá declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Pará em 2014, e senador por Pará em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 5 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 4 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Em 2018, 72% dos R$ 3 mil em gastos foram com produção de jingles, vinhetas e slogans.

Gastos em 2018R$ 3 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 6 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22014 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Senador, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
R$ 3 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil72,4%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 50015,7%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 2026,4%
  • Locação/cessão de bens móveis (exceto veículos)R$ 1765,5%
2014Deputado federal, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 74% · próprios 26%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil65,4%
  • Materiais impressosR$ 2 mil32,7%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 1001,6%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 20 lançados como "diversas a especificar"R$ 200,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.