6 eleições entre 2006 e 2022 · último partido AVANTE
66 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Advogado
Itagiba (Marcelo Zaturansky Nogueira Itagiba) disputou 6 eleições entre 2006 e 2022, para senador, deputado federal e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: deputado federal em 2006. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por RJ: 70.057 votos. Na campanha de 2022 para senador por RJ, declarou R$ 39 mil em receitas: R$ 6 mil de doações privadas e R$ 33 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 33 mil, principalmente com pessoal (R$ 20 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 4 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 276 mil em 2018 (72% com pessoal) e R$ 621 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
18.224 votos em 2022 · 6 eleições
A votação de Marcelo Zaturansky Nogueira Itagiba em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 39 mil em receitas · R$ 33 mil em gastos
Itagiba declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2006, 2010, 2014 e 2018, vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2012, e senador por Rio de Janeiro em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 39 mil em receitas: R$ 6 mil de doações privadas e R$ 33 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 33 mil, principalmente com pessoal (R$ 20 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil). Em 2018, 72% dos R$ 276 mil em gastos foram com pessoal; em 2014, 79% dos R$ 621 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.
Receitas em 2022R$ 39 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 33 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 276 milcampanha encerrada; tudo pago
partido e outras campanhas 14% · pessoas 11% · empresas 76%
Gasto contratado
R$ 1,4 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
Serviços de terceirosR$ 868 mil63,6%
Publicidade por jornais e revistasR$ 172 mil12,6%
Encargos sociaisR$ 83 mil6,1%
Materiais impressosR$ 61 mil4,5%
Outras 17 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 181 mil13,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2012SUPLENTE8.980LRio de Janeiro, Rio de Janeiro · 56 anos · Superior completo · Advogado · PSDB · nº 45018 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Federal · 2010SUPLENTE61.973GRJ · 54 anos · Superior completo · Servidor Público Federal · PSDB · nº 4518 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.