- Materiais impressosR$ 80 mil65,3%
- Cessão ou locação de veículosR$ 18 mil14,6%
- Eventos de promoção da candidaturaR$ 9 mil7,2%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil3,3%
- Outras 4 categoriasR$ 12 mil9,7%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Zé Luiz (José Luiz Nogueira de Sousa) disputou 6 eleições entre 2004 e 2024, para vereador, deputado estadual e deputado federal. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Santana em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por AP: 8.579 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Macapá/AP, declarou R$ 122 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 122 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 80 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 18 mil) e eventos de promoção da candidatura (R$ 9 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 59 mil em 2012 e R$ 96 mil em 2010.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Jose Luiz Nogueira de Sousa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Zé Luiz declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Amapá em 2006, vereador em Santana (AP) em 2008 e 2012, deputado estadual por Amapá em 2010, e vereador em Macapá (AP) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 122 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 122 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 80 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 18 mil). Em 2012, R$ 59 mil em gastos contratados; em 2010, 65% dos R$ 96 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.