- PessoalR$ 143 mil62,8%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 14 mil6,1%
- Materiais impressosR$ 6 mil2,4%
- Outras 9 categoriasR$ 65 mil28,7%
Keila Pereira (Keila Pereira Francisco) disputou 3 eleições entre 2018 e 2022, para deputada estadual, vereadora e deputada federal. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2022, para deputada estadual por SP: 5.100 votos. Em 2026, concorre a deputada estadual por SP pelo PCDOB. Na campanha de 2026 para deputada estadual por SP, declarou R$ 465 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 64 mil do Fundo Partidário e R$ 2 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 228 mil, principalmente com pessoal (R$ 143 mil), serviços contábeis (R$ 20 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 16 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 134 mil em 2022 (41% com pessoal) e R$ 52 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Keila Pereira Francisco em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Keila Pereira declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputada federal por São Paulo em 2018, vereadora em São Paulo (SP) em 2020, e deputada estadual por São Paulo em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 465 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 64 mil do Fundo Partidário e R$ 2 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 228 mil, principalmente com pessoal (R$ 143 mil) e serviços contábeis (R$ 20 mil); R$ 146 mil já foram pagos. Em 2022, 41% dos R$ 134 mil em gastos foram com pessoal; em 2020, 65% dos R$ 52 mil em gastos foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.