Wagner Leite Ferreira

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Wagner Leite Ferreira
3 eleições entre 2012 e 2020 · último partido MDB
53 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Médico
redes informadas ao TSE
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr Wagner Leite (Wagner Leite Ferreira) disputou 3 eleições entre 2012 e 2020, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em Montes Claros/MG: 1.247 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2020 para vereador em Montes Claros/MG, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 250 de outros recursos do partido e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 4 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e publicidade por adesivos (R$ 550). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 6 mil.

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Evolução da votação nas eleições

1.101 votos em 2020 · 3 eleições

A votação de Wagner Leite Ferreira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 7 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos

Dr Wagner Leite declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Montes Claros (MG) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 250 de outros recursos do partido e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 4 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Em 2016, R$ 6 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 7 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 6 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 6 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2020Vereador, Montes Claros (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
sem doações de pessoas
partido 4% · próprios 96%
Gasto contratado
R$ 6 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil60,8%
  • Materiais impressosR$ 2 mil29,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 5508,7%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 871,4%
2016Vereador, Montes Claros (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 4% · próprios 96%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil36,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 1 mil24,9%
  • Materiais impressosR$ 1 mil18,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil17,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 2003,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
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