Dora Lima

Foto de Maria Doralice Oliveira de Sousa
Dora Lima
Maria Doralice Oliveira de Sousa (nome civil)
2 eleições entre 2008 e 2018 · último partido PODE
50 anos em 2018 · Feminino · Superior incompleto
Pedagogo

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dora Lima (Maria Doralice Oliveira de Sousa) disputou 2 eleições entre 2008 e 2018, para deputada estadual e vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por PA: 132 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2018 para deputada estadual por PA, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 700 do Fundo Partidário, R$ 728 de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 700, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 700). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 323, 43% com encargos financeiros e taxas bancárias.

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Evolução da votação nas eleições

132 votos em 2018 (anulados) · 2 eleições

A votação de Maria Doralice Oliveira de Sousa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 3 mil em receitas · R$ 700 em gastos

Dora Lima declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Castanhal (PA) em 2008, e deputada estadual por Pará em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 700 do Fundo Partidário, R$ 728 de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 700, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 700). Em 2008, 43% dos R$ 323 em gastos contratados foram com encargos financeiros e taxas bancárias.

Receitas em 2018R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 700campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2008R$ 323contratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2018Deputada estadual, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 21% · partido e outras campanhas 22% · pessoas 57%
Gasto contratado
R$ 700
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 700100,0%
2008Vereadora, Castanhal (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 323
doações de pessoas
partido e outras campanhas 57% · pessoas 43%
Gasto contratado
R$ 323
o TSE não publica o pago deste ano
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 14043,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 18356,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
Maria Doralice Oliveira de Sousa (Dora Lima): candidaturas e votos · Radar do Voto