- PessoalR$ 14 mil28,9%
- Materiais impressosR$ 4 mil7,2%
- Outras 4 categoriasR$ 31 mil63,9%
Professora Doranilda Dóra (Doranilda Alves da Silva) disputou 1 eleição, em 2014, para deputada federal por RO, com 6.103 votos. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputada federal por RO, declarou R$ 49 mil em receitas: R$ 26 mil de outras campanhas, R$ 13 mil de doações privadas (3 doadores), R$ 2 mil de empresas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 49 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 21 mil), pessoal (R$ 14 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 10 mil).
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Professora Doranilda Dóra declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada federal por Rondônia em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 49 mil em receitas: R$ 26 mil de outras campanhas, R$ 13 mil de doações privadas (3 doadores), R$ 2 mil de empresas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 49 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 21 mil) e pessoal (R$ 14 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.