Elias Agostinho

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Elias Agostinho
3 eleições entre 2016 e 2020 · último partido AVANTE
35 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Elias Agostinho disputou 3 eleições entre 2016 e 2020, para vereador e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por SP: 941 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Campinas/SP, declarou R$ 600 em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 600, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 300), pessoal (R$ 277) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 23). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 6 mil, 50% com pessoal.

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Evolução da votação nas eleições

531 votos em 2020 (anulados) · 3 eleições

A votação de Elias Agostinho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 600 em receitas · R$ 600 em gastos

Elias Agostinho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Campinas (SP) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 600 em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 600, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 300) e pessoal (R$ 277). Em 2016, 50% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2020R$ 600campanha encerrada
Gastos em 2020R$ 600campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 6 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32016, 2018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Campinas (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 600
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 600
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 30050,0%
  • PessoalR$ 27746,2%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 233,8%
2018Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereador, Campinas (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
5 doadores pessoas físicas
partido 25% · pessoas 75%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 3 mil50,0%
  • Locação de imóveisR$ 70012,2%
  • Materiais impressosR$ 66011,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 60010,4%
  • Outras 5 categoriasR$ 91215,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
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