- Serviços de terceirosR$ 387 mil59,7%
- Militância e mobilização de ruaR$ 104 mil16,0%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 43 mil6,6%
- Locação de imóveisR$ 10 mil1,5%
- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 2 mil0,3%
- Outras 9 categoriasR$ 103 mil15,9%
Delegada Lia Valechi (Lia Eunice Valechi da Silva) disputou 1 eleição, em 2024, para vereadora em Uberlândia/MG e foi eleita com 3.766 votos. Em 2026, concorre a deputada federal por MG pelo UNIÃO. Na campanha de 2026 para deputada federal por MG, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 967 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 38 mil de doações privadas (19 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 648 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 387 mil), militância e mobilização de rua (R$ 104 mil) e publicidade por adesivos (R$ 69 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2024, já encerrada, gastou R$ 25 mil, 48% com publicidade por materiais impressos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Lia Eunice Valechi da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Delegada Lia Valechi declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Uberlândia (MG) em 2024, e deputada federal por Minas Gerais em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 967 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 38 mil de doações privadas (19 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 648 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 387 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 104 mil); R$ 42 mil já foram pagos. Em 2024, 48% dos R$ 25 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.