- Impulsionamento de conteúdosR$ 50 mil49,8%
- PessoalR$ 40 mil39,8%
- Outras 4 categoriasR$ 10 mil10,3%
Adriana Leal (Adriana Thomas Leal) disputou 4 eleições entre 2012 e 2024, para vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para vereadora em Santa Rosa/RS: 725 votos. Em 2026, concorre a deputada federal por RS pelo PSD. Na campanha de 2026 para deputada federal por RS, declarou R$ 140 mil em receitas: R$ 140 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 79 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 100 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 50 mil), pessoal (R$ 40 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 9 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 3 mil em 2024 (52% com publicidade por adesivos) e R$ 41 mil em 2020.
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A votação de Adriana Thomas Leal em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Adriana Leal declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereadora em Santa Rosa (RS) em 2012, 2016, 2020 e 2024, e deputada federal por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 140 mil em receitas: R$ 140 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 79 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 100 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 50 mil) e pessoal (R$ 40 mil); R$ 83 mil já foram pagos. Em 2024, 52% dos R$ 3 mil em gastos foram com publicidade por adesivos; em 2020, R$ 41 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.