- Materiais impressosR$ 179 mil33,9%
- ComíciosR$ 80 mil15,2%
- Serviços advocatíciosR$ 68 mil12,9%
- Militância e mobilização de ruaR$ 60 mil11,4%
- Outras 11 categoriasR$ 140 mil26,6%
Andreia Martins Rezende (Andreia Lopes Martins Rezende) disputou 2 eleições entre 2018 e 2022, para deputada estadual. Ela foi eleita 2 vezes: deputada estadual em 2022 e 2018. A maior votação foi em 2022, para deputada estadual por MA: 48.186 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, indicou R$ 26,7 milhões em 59 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 17 municípios; 94% desse valor já foi pago. Na campanha de 2022 para deputada estadual por MA, declarou R$ 569 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 526 de outras campanhas, R$ 169 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 100 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 527 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 179 mil), comícios (R$ 80 mil) e serviços advocatícios (R$ 68 mil). Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 460 mil, 49% com publicidade por materiais impressos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Andreia Lopes Martins Rezende em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Andreia Martins Rezende declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada estadual por Maranhão em 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 569 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 526 de outras campanhas, R$ 169 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 100 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 527 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 179 mil) e comícios (R$ 80 mil). Em 2018, 49% dos R$ 460 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, Andreia Martins Rezende indicou R$ 26,7 milhões em 59 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 17 municípios. Até a coleta na fonte, 94% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (FES / Unidade Central) (84%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Alto Alegre do Pindaré, Balsas e Araioses. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 25,5 milhões em 53 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 1,3 milhão em 6 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 13 milhões | R$ 13 milhões | 100% | 14 | 9 |
| 2025 | R$ 9 milhões | R$ 7,6 milhões | 84% | 29 | 11 |
| 2024 | R$ 3,5 milhões | R$ 3,5 milhões | 100% | 10 | 6 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 25,5 milhões | R$ 24 milhões | 94% | 53 | 17 |
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência do Maranhão — Emenda Parlamentar Impositiva Estadual (EPIE), 2023-2026, organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Maranhão e a Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Maranhão e a Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.