- Materiais impressosR$ 10 mil38,5%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 7 mil26,4%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 5 mil18,9%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil8,5%
- Outras 2 categoriasR$ 2 mil7,7%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Aélcio da Tv (Aélcio José Costa) disputou 4 eleições entre 2010 e 2018, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 2014; vereador de Porto Velho em 2012. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por RO: 10.311 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2018 para deputado estadual por RO, declarou R$ 70 mil em receitas: R$ 31 mil de doações privadas (27 doadores) e R$ 39 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 7 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 65 mil em 2014 e R$ 16 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Aélcio José Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Aélcio da Tv declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Porto Velho (RO) em 2012, e deputado estadual por Rondônia em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 70 mil em receitas: R$ 31 mil de doações privadas (27 doadores) e R$ 39 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 7 mil). Em 2014, R$ 65 mil em gastos contratados; em 2012, 60% dos R$ 16 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.