Dr Gonini

Foto de Adalberto Gonini Junior
Dr Gonini
Adalberto Gonini Junior (nome civil)
4 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PMDB
51 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Policial Civil

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr Gonini (Adalberto Gonini Junior) disputou 4 eleições entre 2004 e 2016, para vereador e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Santa Rosa de Viterbo em 2016, 2012 e 2004. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Santa Rosa de Viterbo/SP: 4.030 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Santa Rosa de Viterbo/SP, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 1 mil), materiais de expediente (R$ 1 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 260). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 8 mil em 2012 (73% com publicidade por materiais impressos) e R$ 49 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

601 votos em 2016 (eleito) · 4 eleições

A votação de Adalberto Gonini Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 4 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos contratados

Dr Gonini declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Santa Rosa de Viterbo (SP) em 2008, e vereador em Santa Rosa de Viterbo (SP) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 1 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 1 mil) e materiais de expediente (R$ 1 mil). Em 2012, 73% dos R$ 8 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 49 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 4 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 4 milcontratados
Gastos em 2012R$ 8 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Santa Rosa de Viterbo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
pessoas 32% · próprios 68%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil35,7%
  • Materiais de expedienteR$ 1 mil26,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2606,3%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil32,0%
2012Vereador, Santa Rosa de Viterbo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 51% · pessoas 22% · próprios 26%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil72,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil27,3%
2008Prefeito, Santa Rosa de Viterbo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 49 mil
26 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 12% · pessoas 56% · empresas 4% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 49 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7 mil13,9%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 5 mil10,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil9,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil7,5%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 29 mil58,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2004, 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892