Adriana da Zumba

Foto de Adriana da Silva Santos
Adriana da Zumba
Adriana da Silva Santos (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2020 · último partido DEM
45 anos em 2020 · Feminino · Superior completo
Servidor Público Municipal
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Adriana da Zumba (Adriana da Silva Santos) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para vereadora em Nova Olímpia/MT: 84 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2020 para vereadora em Nova Olímpia/MT, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 776 de outras campanhas, R$ 350 de doações privadas e R$ 250 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 550, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 550). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 5 mil, 48% com cessão ou locação de veículos.

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Evolução da votação nas eleições

84 votos em 2020 (anulados) · 2 eleições

A votação de Adriana da Silva Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 1 mil em receitas · R$ 550 em gastos

Adriana da Zumba declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Nova Olímpia (MT) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 776 de outras campanhas, R$ 350 de doações privadas e R$ 250 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 550, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 550). Em 2016, 48% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos.

Receitas em 2020R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 550campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereadora, Nova Olímpia (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 56% · pessoas 25% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 550
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 550100,0%
2016Vereadora, Nova Olímpia (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 49% · pessoas 51%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil47,7%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil21,9%
  • Materiais impressosR$ 60812,9%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3006,4%
  • Outras 3 categoriasR$ 51811,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892