- Impulsionamento de conteúdosR$ 5 mil58,8%
- Serviços de terceirosR$ 4 mil41,2%
Professor Calvinho (Marco Antonio Barreiros Calvinho) disputou 2 eleições entre 2016 e 2018, para deputado federal e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em Rio de Janeiro/RJ: 5.603 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por RJ pela DC. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 14 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 5 mil) e serviços de terceiros (R$ 4 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 102 mil em 2018 (91% com publicidade por materiais impressos) e R$ 71 mil em 2016.
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A votação de Marco Antonio Barreiros Calvinho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Professor Calvinho declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Rio de Janeiro (RJ) em 2016, deputado federal por Rio de Janeiro em 2018, e deputado estadual por Rio de Janeiro em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 14 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 9 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 5 mil) e serviços de terceiros (R$ 4 mil); R$ 9 mil já foram pagos. Em 2018, 91% dos R$ 102 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, 78% dos R$ 71 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.