Gehias Rossato

Foto de Gehias Jacqueline de Almeida Rossato
Gehias Rossato
Gehias Jacqueline de Almeida Rossato (nome civil)
3 eleições entre 2016 e 2020 · último partido DEM
56 anos em 2020 · Feminino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gehias Rossato (Gehias Jacqueline de Almeida Rossato) disputou 3 eleições entre 2016 e 2020, para vereadora e deputada estadual. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada estadual por RS: 1.751 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Rio Grande/RS, declarou R$ 675 em receitas: R$ 475 de outras campanhas e R$ 200 de doações privadas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 9 mil em 2018 (53% com publicidade por materiais impressos) e R$ 6 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

8 votos em 2020 (anulados) · 3 eleições

A votação de Gehias Jacqueline de Almeida Rossato em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 675 em receitas

Gehias Rossato declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Rio Grande (RS) em 2016 e 2020, e deputada estadual por Rio Grande do Sul em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 675 em receitas: R$ 475 de outras campanhas e R$ 200 de doações privadas. Em 2018, 53% dos R$ 9 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2016, 95% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 675campanha encerrada
Gastos em 2018R$ 9 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32016, 2018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereadora, Rio Grande (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 675
doações de pessoas
partido e outras campanhas 70% · pessoas 30%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2018Deputada estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
sem doações de pessoas
FEFC 60% · partido e outras campanhas 40%
Gasto contratado
R$ 9 mil
pago: R$ 9 mil (99%)
  • Materiais impressosR$ 5 mil53,2%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil22,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil20,4%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 2803,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 1161,3%
2016Vereadora, Rio Grande (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
3 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 9% · pessoas 90% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil94,6%
  • Serviços de terceirosR$ 2003,4%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 1202,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892