Alan Amorim

Foto de Alan Rodrigues de Amorim
Alan Amorim
Alan Rodrigues de Amorim (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2020 · último partido PSOL
47 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Técnico em Informática

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Alan Amorim (Alan Rodrigues de Amorim) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2020 para vereador em São João de Pirabas/PA, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 350 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 520, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 450), encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 50) e publicidade por adesivos (R$ 20). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 3 mil, 79% com militância e mobilização de rua.

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Evolução da votação nas eleições

124 votos em 2020 (anulados) · 2 eleições

A votação de Alan Rodrigues de Amorim em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 2 mil em receitas · R$ 520 em gastos

Alan Amorim declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em São João de Pirabas (PA) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 350 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 520, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 450) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 50). Em 2016, 79% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua.

Receitas em 2020R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 520campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, São João de Pirabas (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
FEFC 80% · pessoas 20%
Gasto contratado
R$ 520
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 45086,5%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 509,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 203,8%
2016Vereador, São João de Pirabas (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
partido 16% · próprios 84%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 3 mil79,4%
  • Serviços de terceirosR$ 50015,9%
  • Materiais impressosR$ 1504,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892