Nélio Boi

Foto de Manoel Veras
Nélio Boi
Manoel Veras (nome civil)
3 eleições entre 2014 e 2020 · último partido REDE
49 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Nélio Boi (Manoel Veras) disputou 3 eleições entre 2014 e 2020, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por CE: 287 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Fortaleza/CE, declarou R$ 3 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 244 em 2016 (100% com serviços de terceiros) e R$ 1 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

46 votos em 2020 (anulados) · 3 eleições

A votação de Manoel Veras em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 3 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos

Nélio Boi declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Ceará em 2014, e vereador em Fortaleza (CE) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 3 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Em 2016, 100% dos R$ 244 em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2014, 53% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2020R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 244contratados, campanha encerrada
Campanhas32014, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Fortaleza (CE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 2 mil100,0%
2016Vereador, Fortaleza (CE)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 244
doações de pessoas
partido 38% · pessoas 62%
Gasto contratado
R$ 244
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 244100,0%
2014Deputado estadual, CearáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
pessoas 50% · próprios 50%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 60052,7%
  • Materiais impressosR$ 50444,3%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 343,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892