Adriano Pedreiro

Foto de Adriano Dias Duarte
Adriano Pedreiro
Adriano Dias Duarte (nome civil)
2 eleições entre 2016 e 2020 · PT
39 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental completo
Trabalhador de Construção Civil
redes informadas ao TSE
Comparar ›

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Adriano Pedreiro (Adriano Dias Duarte) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para vereador em Bom Jesus do Amparo/MG: 18 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2020 para vereador em Bom Jesus do Amparo/MG, declarou R$ 809 em receitas: R$ 649 do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 160 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 160, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 160). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 6 mil, 50% com pessoal.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

18 votos em 2020 (anulados) · 2 eleições

A votação de Adriano Dias Duarte em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 809 em receitas · R$ 160 em gastos

Adriano Pedreiro declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Bom Jesus do Amparo (MG) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 809 em receitas: R$ 649 do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 160 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 160, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 160). Em 2016, 50% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2020R$ 809campanha encerrada
Gastos em 2020R$ 160campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 6 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Bom Jesus do Amparo (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 809
sem doações de pessoas
FEFC 80% · partido e outras campanhas 20%
Gasto contratado
R$ 160
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 160100,0%
2016Vereador, Bom Jesus do Amparo (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
6 doadores pessoas físicas
partido menos de 1% · pessoas 88% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 3 mil50,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 88115,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 64011,4%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 4568,1%
  • Outras 4 categoriasR$ 83914,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
Adriano Dias Duarte (Adriano Pedreiro): candidaturas e votos · Radar do Voto