- Materiais impressosR$ 12 mil36,0%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 6 mil19,4%
- Despesas postaisR$ 3 mil8,5%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil8,3%
- Outras 6 categoriasR$ 9 mil27,8%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Carlos Martins (Carlos Alberto Martins) disputou 4 eleições entre 1996 e 2010, para deputado federal e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Lençóis Paulista em 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por SP: 3.164 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2010 para deputado federal por SP, declarou R$ 33 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 28 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 33 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 6 mil) e despesas postais (R$ 3 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Carlos Alberto Martins em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Carlos Martins declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por São Paulo em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 33 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 28 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 33 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 6 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.