Professor Everton

Foto de Everton Ribeiro Alves da Silva
Professor Everton
Everton Ribeiro Alves da Silva (nome civil)
3 eleições entre 2008 e 2020 · último partido PATRIOTA
54 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Municipal
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professor Everton (Everton Ribeiro Alves da Silva) disputou 3 eleições entre 2008 e 2020, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para vereador em Praia Grande/SP: 105 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Santa Mercedes/SP, declarou R$ 739 em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 925 em 2016 (54% com pessoal) e R$ 671 em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

13 votos em 2020 · 3 eleições

A votação de Everton Ribeiro Alves da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 739 em receitas

Professor Everton declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Praia Grande (SP) em 2008, e vereador em Santa Mercedes (SP) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 739 em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Em 2016, 54% dos R$ 925 em gastos contratados foram com pessoal; em 2008, R$ 671 em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 739campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 925contratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Santa Mercedes (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 739
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereador, Santa Mercedes (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 925
doações de pessoas
partido e outras campanhas 46% · pessoas 54%
Gasto contratado
R$ 925
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 50054,1%
  • Serviços de terceirosR$ 35037,8%
  • Materiais impressosR$ 758,1%
2008Vereador, Praia Grande (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 671
doações de pessoas
pessoas 45% · empresas 17% · próprios 39%
Gasto contratado
R$ 671
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 18026,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 7511,2%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 50,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 41161,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892