Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Major Rocha (Wherles Fernandes da Rocha) disputou 4 eleições entre 2010 e 2022, para deputado federal, vice-governador e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: vice-governador em 2018; deputado federal em 2014; deputado estadual em 2010. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por AC: 23.466 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por AC, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 173 mil de doações privadas (165 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 234 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 126 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 124 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 125 mil em 2014 e R$ 9 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
5.632 votos em 2022 · 4 eleições
A votação de Wherles Fernandes da Rocha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualDep. FederalGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 1,2 milhão em receitas · R$ 1 milhão em gastos
Major Rocha declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Acre em 2010, e deputado federal por Acre em 2014 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 173 mil de doações privadas (165 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 234 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 126 mil). Em 2014, R$ 125 mil em gastos contratados; em 2010, 59% dos R$ 9 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2022R$ 1,2 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 1 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 125 milcontratados, campanha encerrada
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Federal · 20225.632não eleitoGAC · 54 anos · Parda · Superior completo · Policial Militar · MDB · nº 1500 · ver resultado completoprestação de contas
Vice-Governador · 2018ELEITO223.993GAC · 50 anos · Branca · Superior completo · Deputado · PSDB · nº 11 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.