- Impulsionamento de conteúdosR$ 23 mil21,7%
- Militância e mobilização de ruaR$ 20 mil18,6%
- Serviços de terceirosR$ 18 mil16,4%
- Locação de imóveisR$ 12 mil11,2%
- Outras 6 categoriasR$ 34 mil32,1%
Charlis Santos (Charlis dos Santos) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Santo Antônio da Patrulha em 2016. A maior votação foi em 2016, para vereador em Santo Antônio da Patrulha/RS: 1.331 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por RS pelo UNIÃO. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RS, declarou R$ 203 mil em receitas: R$ 193 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de outras campanhas e R$ 150 de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 107 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 23 mil), serviços advocatícios (R$ 20 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 20 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 5 mil em 2016 (48% com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos) e R$ 2 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Charlis dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Charlis Santos declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Santo Antônio da Patrulha (RS) em 2012 e 2016, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 203 mil em receitas: R$ 193 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de outras campanhas e R$ 150 de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 107 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 23 mil) e serviços advocatícios (R$ 20 mil); R$ 38 mil já foram pagos. Em 2016, 48% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos; em 2012, 62% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.