- Materiais impressosR$ 2 mil61,7%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 72525,6%
- Outras 1 categoriainclui R$ 360 lançados como "diversas a especificar"R$ 36012,7%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr. Paulo (Paulo Fernando Alves da Porciuncula) disputou 3 eleições entre 2008 e 2012, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em Pelotas/RS: 671 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2012 para vereador em Pelotas/RS, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 172 do Fundo Partidário, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 725). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 306 em 2010 (100% com publicidade por jornais e revistas) e R$ 12 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Paulo Fernando Alves da Porciuncula em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dr. Paulo declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Pelotas (RS) em 2008 e 2012, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 172 do Fundo Partidário, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 725). Em 2010, 100% dos R$ 306 em gastos contratados foram com publicidade por jornais e revistas; em 2008, 50% dos R$ 12 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.