Leonardo Rizzo (Leonardo Cairo Rizzo) disputou 2 eleições entre 2022 e 2024, para vice-prefeito e senador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Em 2026, foi candidato a 1º suplente por GO pelo PL. Na campanha de 2022 para senador por GO, declarou R$ 585 mil em receitas: R$ 145 mil de doações privadas (24 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 440 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 576 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 184 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 146 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 129 mil).
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Evolução da votação nas eleições
35.998 votos em 2022 · 3 eleições
A votação de Leonardo Cairo Rizzo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 585 mil em receitas · R$ 576 mil em gastos
Leonardo Rizzo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: senador por Goiás em 2022. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 585 mil em receitas: R$ 145 mil de doações privadas (24 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 440 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 576 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 184 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 146 mil).
Receitas em 2022R$ 585 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 576 milcampanha encerrada; tudo pago
24 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
pessoas 25% · próprios 75%
Gasto contratado
R$ 576 mil
tudo pago (100%)
Materiais impressosR$ 184 mil31,9%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 146 mil25,4%
Impulsionamento de conteúdosR$ 129 mil22,4%
Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 45 mil7,8%
Outras 11 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 12 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 72 mil12,5%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
1º Suplente · 2026Deferido—GGO · 70 anos · Branca · Superior completo · Economista · PL · nº 222 · candidatura registrada para a eleição de 4 de outubro de 2026 · ver resultado completoregistro da candidatura
Vice-Prefeito · 2024NÃO ELEITO2º TURNO283.054LGoiânia, Goiás · 68 anos · Branca · Superior completo · Empresário · NOVO · nº 22 · 1º turno: 214.253 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.