Geraldo Fotografo

Foto de Geraldo da Silva da Cunha Custódio
Geraldo Fotografo
Geraldo da Silva da Cunha Custódio (nome civil)
7 eleições entre 1996 e 2018 · último partido SOLIDARIEDADE
43 anos em 2018 · Masculino · Ensino médio completo
Aposentado (exceto Servidor Público)

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Geraldo Fotografo (Geraldo da Silva da Cunha Custódio) disputou 7 eleições entre 1996 e 2018, para deputado estadual, vereador, deputado federal e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por MG: 535 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por MG, declarou R$ 741 em receitas: R$ 469 do Fundo Partidário e R$ 273 de outras campanhas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 165 em 2016 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 90 em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

70 votos em 2018 · 7 eleições

A votação de Geraldo da Silva da Cunha Custódio em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 741 em receitas

Geraldo Fotografo declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006 e 2018, vereador em Prudente de Morais (MG) em 2008, e vereador em Caetanópolis (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 741 em receitas: R$ 469 do Fundo Partidário e R$ 273 de outras campanhas. Em 2016, 100% dos R$ 165 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 44% dos R$ 90 em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2018R$ 741campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 165contratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2008, 2016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 741
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 63% · partido e outras campanhas 37%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereador, Caetanópolis (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 165
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 165
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 165100,0%
2008Vereador, Prudente de Morais (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 90
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 56% · próprios 44%
Gasto contratado
R$ 90
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 4044,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 5055,6%
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 2 categoriasR$ 6 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892