Gilberto Bebe

Foto de Gilberto Costa de Oliveira
Gilberto Bebe
Gilberto Costa de Oliveira (nome civil)
3 eleições entre 2004 e 2018 · último partido PODE
61 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Agente Administrativo
Comparar ›

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gilberto Bebe (Gilberto Costa de Oliveira) disputou 3 eleições entre 2004 e 2018, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por MA: 623 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por MA, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 950, 74% com publicidade por materiais impressos.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

623 votos em 2018 · 3 eleições

A votação de Gilberto Costa de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 15 mil em receitas · R$ 11 mil em gastos

Gilberto Bebe declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Maranhão em 2010 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 11 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Em 2010, 74% dos R$ 950 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 15 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 11 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2010R$ 950contratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, MaranhãoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 15 mil
sem doações de pessoas
FEFC 68% · próprios 32%
Gasto contratado
R$ 11 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil27,1%
  • Materiais impressosR$ 3 mil23,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil22,5%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil27,1%
2010Deputado estadual, MaranhãoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 950
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 950
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 70073,7%
  • PessoalR$ 202,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 23024,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892