Adalto do Restaurante

Foto de Adalto Missias de Oliveira
Adalto do Restaurante
Adalto Missias de Oliveira (nome civil)
6 eleições entre 2004 e 2024 · último partido PP
73 anos em 2024 · Masculino · Ensino médio completo
Comerciante
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Adalto do Restaurante (Adalto Missias de Oliveira) disputou 6 eleições entre 2004 e 2024, para vereador. Ele foi eleito 5 vezes: vereador de Indaiatuba em 2024, 2020, 2016, 2012 e 2004. A maior votação foi em 2024, para vereador em Indaiatuba/SP: 2.910 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Indaiatuba/SP, declarou R$ 31 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 15 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 5 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 16 mil em 2020 e R$ 38 mil em 2016.

Vereador · 2024
2.910
votos · Indaiatuba, São Paulo
ELEITO · MÉDIA
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

2.910 votos em 2024 (eleito) · 6 eleições

A votação de Adalto Missias de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 31 mil em receitas · R$ 16 mil em gastos

Adalto do Restaurante declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Indaiatuba (SP) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 31 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 15 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 5 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil). Em 2020, R$ 16 mil em gastos; em 2016, 50% dos R$ 38 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos.

Receitas em 2024R$ 31 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 16 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 16 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2008 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Indaiatuba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 31 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 11% · pessoas 50% · próprios 39%
Gasto contratado
R$ 16 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 5 mil30,0%
  • Materiais impressosR$ 5 mil28,9%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 3 mil15,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil10,5%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil15,0%
2020Vereador, Indaiatuba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 27 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 9% · pessoas 57% · próprios 33%
Gasto contratado
R$ 16 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 6 mil36,7%
  • Materiais impressosR$ 4 mil22,3%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil17,8%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil7,6%
  • Outras 5 categoriasR$ 2 mil15,5%
2016Vereador, Indaiatuba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 38 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 50% · próprios 45%
Gasto contratado
R$ 38 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 19 mil49,6%
  • PessoalR$ 11 mil28,9%
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil6,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil5,8%
  • Outras 6 categoriasR$ 3 mil9,0%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Vereador, Indaiatuba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
3 doadores pessoas físicas
partido 6% · pessoas 27% · próprios 67%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Locação de imóveisR$ 2 mil24,6%
  • TelefoneR$ 2 mil23,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil12,9%
  • Materiais impressosR$ 1 mil12,6%
  • Outras 6 categoriasR$ 2 mil26,1%
2008Vereador, Indaiatuba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
4 doadores pessoas físicas
partido 35% · pessoas 35% · empresas 9% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 5509,7%
  • Materiais impressosR$ 3406,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2504,4%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 561,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 4 mil78,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2016, 2020 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892