3 eleições entre 2008 e 2016 · último partido PMDB
49 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Trabalhador de Construção Civil
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dorvalino de Lima (Dorvalino Frains de Lima) disputou 3 eleições entre 2008 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para vereador em Ijuí/RS: 231 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Ijuí/RS, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 324 do Fundo Partidário, R$ 300 de outros recursos do partido, R$ 150 de doações privadas e R$ 415 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 457), serviços de terceiros (R$ 300) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 182). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil.
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Evolução da votação nas eleições
60 votos em 2016 (anulados) · 3 eleições
A votação de Dorvalino Frains de Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 1 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos contratados
Dorvalino de Lima declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Ijuí (RS) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 324 do Fundo Partidário, R$ 300 de outros recursos do partido, R$ 150 de doações privadas e R$ 415 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 457) e serviços de terceiros (R$ 300). Em 2012, R$ 1 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 1 milcontratados
Gastos em 2012R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 32722,7%
Cessão ou locação de veículosR$ 30020,9%
Transporte ou deslocamentoR$ 18012,5%
Outras 1 categoriaR$ 1309,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2016VOTOS ANULADOSINDEFERIDO60LIjuí, Rio Grande do Sul · 49 anos · Branca · Ensino fundamental incompleto · Trabalhador de Construção Civil · PMDB · nº 15242 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
Vereador · 2012—LIjuí, Rio Grande do Sul · 45 anos · Ensino fundamental incompleto · PPS · nº 23222 · registro constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleição
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.