Professor Afonso Victor

Foto de Afonso Victor Vianna de Andrade
Professor Afonso Victor
Afonso Victor Vianna de Andrade (nome civil)
4 eleições entre 1994 e 2018 · último partido PHS
71 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Superior
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professor Afonso Victor (Afonso Victor Vianna de Andrade) disputou 4 eleições entre 1994 e 2018, para deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Corinto em 2000 e 1996. A maior votação foi em 1994, para deputado estadual por MG: 11.001 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por MG, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 24 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de doações privadas e R$ 16 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com pessoal (R$ 16 mil), serviços de terceiros (R$ 3 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil).

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Evolução da votação nas eleições

4.234 votos em 2018 (anulados) · 4 eleições

A votação de Afonso Victor Vianna de Andrade em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 30 mil em receitas · R$ 25 mil em gastos

Professor Afonso Victor declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Minas Gerais em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 24 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de doações privadas e R$ 16 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com pessoal (R$ 16 mil) e serviços de terceiros (R$ 3 mil).

Receitas em 2018R$ 30 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 25 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas12018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 30 mil
doações de pessoas
FEFC 79% · pessoas 21% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 25 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 16 mil65,6%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil13,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil8,1%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil4,8%
  • Outras 4 categoriasR$ 2 mil8,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 1996 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892