Nega da Bethania

Foto de Maria Rosani da Cunha Dores
Nega da Bethania
Maria Rosani da Cunha Dores (nome civil)
3 eleições entre 2016 e 2024 · último partido PDT
58 anos em 2024 · Feminino · Ensino médio completo
Comerciante
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Nega da Bethania (Maria Rosani da Cunha Dores) disputou 3 eleições entre 2016 e 2024, para vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2024, para vereadora em Cachoeirinha/RS: 226 votos. Na campanha de 2024 para vereadora em Cachoeirinha/RS, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 330 do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 14 em 2020 (100% com encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito) e R$ 150 em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

226 votos em 2024 · 3 eleições

A votação de Maria Rosani da Cunha Dores em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 5 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos

Nega da Bethania declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Cachoeirinha (RS) em 2016, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 5 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 330 do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 5 mil). Em 2020, 100% dos R$ 14 em gastos foram com encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito; em 2016, R$ 150 em gastos contratados.

Receitas em 2024R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 5 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 14campanha encerrada; tudo pago
Campanhas32016, 2020 e 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2024Vereadora, Cachoeirinha (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
FEFC 94% · Fundo Partidário 6%
Gasto contratado
R$ 5 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 5 mil100,0%
2020Vereadora, Cachoeirinha (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 754
doações de pessoas
FEFC 32% · pessoas 66% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 14
tudo pago (100%)
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 14100,0%
2016Vereadora, Cachoeirinha (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 150
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 150
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriainclui R$ 150 lançados como "diversas a especificar"R$ 150100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892