- PessoalR$ 198 mil34,1%
- Materiais impressosR$ 92 mil15,8%
- Materiais impressosR$ 15 mil2,6%
- PessoalR$ 10 mil1,7%
- Locação de imóveisR$ 9 mil1,6%
- Outras 14 categoriasinclui R$ 5 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 256 mil44,2%
Italo Mácola (Ítalo de Almeida Mácola Junior) disputou 4 eleições entre 2002 e 2014, para deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 2006. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por PA: 28.633 votos. Em 2026, concorre a 1º suplente por PA pelo PDT. Na campanha de 2014 para deputado estadual por PA, declarou R$ 580 mil em receitas: R$ 66 mil de outras campanhas, R$ 199 mil de doações privadas (27 doadores), R$ 13 mil de empresas e R$ 303 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 580 mil, principalmente com pessoal (R$ 198 mil), baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 99 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 92 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 199 mil em 2010 (43% com pessoal) e R$ 36 mil em 2006.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Italo de Almeida Mácola Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Italo Mácola declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Pará em 2006, 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 580 mil em receitas: R$ 66 mil de outras campanhas, R$ 199 mil de doações privadas (27 doadores), R$ 13 mil de empresas e R$ 303 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 580 mil, principalmente com pessoal (R$ 198 mil) e baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 99 mil). Em 2010, 43% dos R$ 199 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2006, 55% dos R$ 36 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.