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Prof. Fabio Jorge

Foto de Fabio Jorge Rodrigues
Prof. Fabio Jorge
Fabio Jorge Rodrigues (nome civil)
4 eleições entre 2016 e 2026 · último partido PODE
33 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Vereador
Candidato a Deputado Estadual · São Paulo · Eleições 2026 · PODE · nº 20011
Com mandato
redes informadas ao TSE

Prof. Fabio Jorge (PODE) ficou como suplente de deputado estadual por São Paulo em 2026, com 8.227 votos, pelo resultado oficial do TSE. Prof. Fabio Jorge (Fabio Jorge Rodrigues) disputou 4 eleições entre 2016 e 2026, para deputado estadual, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Salto em 2024; vereador de Salto em 2020. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por SP: 8.227 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SP, declarou R$ 117 mil em receitas: R$ 102 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 115 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 38 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 24 mil) e pessoal (R$ 21 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 7 mil em 2020 (54% com impulsionamento de conteúdos) e R$ 4 mil em 2016.

Vice-Prefeito · 2024
31.843
votos · Salto, São Paulo · vice não recebe voto nominal
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

8.227 votos em 2026 · 4 eleições

A votação de Fabio Jorge Rodrigues em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 117 mil em receitas · R$ 115 mil em gastos contratados

Prof. Fabio Jorge declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Salto (SP) em 2016 e 2020, e deputado estadual por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 117 mil em receitas: R$ 102 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 115 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 38 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 24 mil); R$ 92 mil já foram pagos. Em 2020, 54% dos R$ 7 mil em gastos foram com impulsionamento de conteúdos; em 2016, R$ 4 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.

Receitas em 2026R$ 117 milparcial, até 14/10/2026
Gastos em 2026R$ 115 milcontratados, parcial; R$ 92 mil pagos
Gastos em 2020R$ 7 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32016, 2020 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 117 mil
sem doações de pessoas
FEFC 87% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 115 mil
pago até agora: R$ 92 mil (80%)
  • Materiais impressosR$ 38 mil33,4%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 24 mil20,8%
  • PessoalR$ 21 mil18,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 14 mil12,2%
  • Outras 5 categoriasR$ 18 mil15,4%
2020Vereador, Salto (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 27% · próprios 73%
Gasto contratado
R$ 7 mil
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 4 mil54,1%
  • Materiais impressosR$ 1 mil21,6%
  • Materiais de expedienteR$ 1 mil20,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2704,1%
2016Vereador, Salto (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 8% · próprios 92%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Correspondências e despesas postaisR$ 98426,9%
  • Publicidade por carros de somR$ 80021,9%
  • Materiais impressosR$ 66918,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 56715,5%
  • Outras 3 categoriasR$ 64117,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2020 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.