Fábio Trad declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Mato Grosso do Sul em 2010, 2014, 2018 e 2022, e governador por Mato Grosso do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 3,7 milhões em receitas: R$ 3,7 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 8 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3,1 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2,3 milhões) e serviços advocatícios (R$ 225 mil); R$ 1,6 milhão já foram pagos. Em 2022, 65% dos R$ 2,8 milhões em gastos foram com pessoal; em 2018, 42% dos R$ 620 mil em gastos contratados foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Receitas em 2026R$ 3,7 milhõesparcial, até 27/09/2026
Gastos em 2026R$ 3,1 milhõescontratados, parcial; R$ 1,6 milhão pagos
Gastos em 2022R$ 2,8 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2010 a 2026
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Eleitoral (FEFC)
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Empresas (até 2014)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 3,7 milhões
3 doadores pessoas físicas
FEFC 99% · pessoas menos de 1% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 3,1 milhões
pago até agora: R$ 1,6 milhão (50%)
- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 146 mil4,6%
- Materiais impressosR$ 80 mil2,5%
- Militância e mobilização de ruaR$ 58 mil1,8%
- Locação de imóveisR$ 28 mil0,9%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 25 mil0,8%
- Outras 11 categoriasinclui R$ 17 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2,8 milhões89,3%
Arrecadado
R$ 2,8 milhões
44 doadores pessoas físicas
FEFC 71% · partido e outras campanhas 20% · pessoas 9% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 2,8 milhões
tudo pago (100%)
- PessoalR$ 1,8 milhão65,2%
- Materiais impressosR$ 333 mil12,0%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 43 mil1,6%
- Locação de imóveisR$ 4 mil0,2%
- Outras 11 categoriasinclui R$ 99 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 397 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 583 mil21,1%
Arrecadado
R$ 689 mil
37 doadores pessoas físicas
FEFC 80% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 19%
Gasto contratado
R$ 620 mil
pago: R$ 617 mil (99%)
- PessoalR$ 257 mil41,5%
- Materiais impressosR$ 152 mil24,5%
- Serviços de terceirosR$ 48 mil7,7%
- Locação de imóveisR$ 17 mil2,7%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 6 mil1,0%
- Outras 12 categoriasinclui R$ 1 lançados como "diversas a especificar"R$ 140 mil22,6%
Ver as 2 campanhas anteriores
Arrecadado
R$ 1,1 milhão
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 80% · pessoas 7% · empresas 12% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
- Serviços de terceirosR$ 188 mil17,5%
- Materiais impressosR$ 83 mil7,7%
- PessoalR$ 30 mil2,7%
- Locação de imóveisR$ 9 mil0,8%
- Locação de imóveisR$ 7 mil0,6%
- Outras 16 categoriasinclui R$ 250 lançados como "diversas a especificar" e R$ 646 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 761 mil70,6%
Arrecadado
R$ 582 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 11% · pessoas 7% · empresas 55% · próprios 26%
Gasto contratado
R$ 582 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Serviços de terceirosR$ 95 mil16,3%
- Materiais impressosR$ 69 mil11,8%
- Locação de imóveisR$ 4 mil0,7%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 280 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 414 mil71,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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