Carlos Eduardo de Moura

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Carlos Eduardo de Moura
5 eleições entre 2012 e 2026 · último partido PSD
46 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Vereador
redes informadas ao TSE
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Carlos Moura - Magrão (Carlos Eduardo de Moura) disputou 4 eleições entre 2012 e 2024, para vereador. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Pindamonhangaba em 2024, 2020, 2016 e 2012. A maior votação foi em 2016, para vereador em Pindamonhangaba/SP: 2.852 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por SP pelo PSD. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 640 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de outros recursos do partido, R$ 8 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 125 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 414 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 329 mil), militância e mobilização de rua (R$ 52 mil) e serviços contábeis (R$ 16 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 6 mil em 2024 (81% com publicidade por materiais impressos) e R$ 9 mil em 2020.

Vereador · 2024
2.013
votos · Pindamonhangaba, São Paulo
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

2.013 votos em 2024 (eleito) · 5 eleições · 2026 em disputa

A votação de Carlos Eduardo de Moura em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 640 mil em receitas · R$ 414 mil em gastos contratados

Carlos Moura - Magrão declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Pindamonhangaba (SP) em 2012, 2016, 2020 e 2024, e deputado federal por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 640 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de outros recursos do partido, R$ 8 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 125 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 414 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 329 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 52 mil); R$ 376 mil já foram pagos. Em 2024, 81% dos R$ 6 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2020, R$ 9 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.

Receitas em 2026R$ 640 milparcial, até 27/09/2026
Gastos em 2026R$ 414 milcontratados, parcial; R$ 376 mil pagos
Gastos em 2024R$ 6 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2012 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 640 mil
5 doadores pessoas físicas
FEFC 78% · partido 1% · pessoas 1% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 414 mil
pago até agora: R$ 376 mil (91%)
  • Materiais impressosR$ 329 mil79,4%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 52 mil12,6%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 4 mil1,0%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil1,0%
  • Outras 4 categoriasR$ 25 mil5,9%
2024Vereador, Pindamonhangaba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 39% · próprios 53%
Gasto contratado
R$ 6 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 5 mil80,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 60010,0%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 5709,5%
2020Vereador, Pindamonhangaba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 29 mil
17 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 65% · próprios 32%
Gasto contratado
R$ 9 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 2 mil24,4%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil13,3%
  • Outras 4 categoriasR$ 6 mil62,3%
Ver as 2 campanhas anteriores
2016Vereador, Pindamonhangaba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 30 mil
16 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 66% · próprios 33%
Gasto contratado
R$ 30 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 9 mil31,0%
  • Materiais impressosR$ 4 mil12,6%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil6,0%
  • PessoalR$ 7202,4%
  • Materiais impressosR$ 1310,4%
  • Outras 7 categoriasR$ 14 mil47,5%
2012Vereador, Pindamonhangaba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 16% · pessoas 34% · empresas 2% · próprios 48%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil58,1%
  • Materiais impressosR$ 81118,2%
  • Outras 2 categoriasR$ 1 mil23,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2016, 2020 e 2024 · em disputa em 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885