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Dr Fernando Tarragô

Foto de José Fernando Tarragô
Dr Fernando Tarragô
José Fernando Tarragô (nome civil)
9 eleições entre 1996 e 2022 · último partido REPUBLICANOS
78 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Médico
redes informadas ao TSE

Dr Fernando Tarragô (José Fernando Tarragô) disputou 9 eleições entre 1996 e 2022, para deputado estadual, vice-prefeito, deputado federal, vereador e prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 6 vezes: vice-prefeito de Uruguaiana em 2020; vereador de Uruguaiana em 2016, 2012, 2008, 2004 e 1996. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por RS: 13.023 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por RS, declarou R$ 81 mil em receitas, do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 81 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 47 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 7 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 27 mil em 2018 (44% com pessoal) e R$ 17 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

7.676 votos em 2022 · 9 eleições

A votação de José Fernando Tarragô em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. FederalDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 81 mil em receitas · R$ 81 mil em gastos

Dr Fernando Tarragô declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Uruguaiana (RS) em 2008, 2012 e 2016, deputado federal por Rio Grande do Sul em 2018, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 81 mil em receitas, do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 81 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 47 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil). Em 2018, 44% dos R$ 27 mil em gastos foram com pessoal; em 2016, R$ 17 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 81 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 81 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 27 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2008 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 81 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 100%
Gasto contratado
R$ 81 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 47 mil57,8%
  • Materiais impressosR$ 21 mil26,0%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 7 mil8,7%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 2 mil2,2%
  • Outras 5 categoriasR$ 4 mil5,3%
2018Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 30 mil
doações de pessoas
FEFC 67% · partido e outras campanhas 5% · pessoas 13% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 27 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 12 mil43,8%
  • Materiais impressosR$ 6 mil22,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil10,9%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil9,1%
  • Outras 4 categoriasR$ 4 mil13,8%
2016Vereador, Uruguaiana (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
3 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 2% · partido e outras campanhas 5% · pessoas 18% · próprios 76%
Gasto contratado
R$ 17 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Correspondências e despesas postaisR$ 4 mil22,8%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 3 mil16,7%
  • Materiais impressosR$ 3 mil15,4%
  • PessoalR$ 2 mil12,9%
  • Outras 8 categoriasR$ 6 mil32,2%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Vereador, Uruguaiana (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 14 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 6% · pessoas 43% · próprios 51%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil31,9%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 2 mil24,1%
  • Materiais impressosR$ 1 mil16,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil16,3%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 693 lançados como "diversas a especificar"R$ 89211,2%
2008Vereador, Uruguaiana (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
pessoas 11% · próprios 89%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil45,5%
  • Despesas postaisR$ 1 mil18,7%
  • PessoalR$ 1 mil18,2%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1562,5%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 61 lançados como "diversas a especificar"R$ 92915,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 2012, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.