Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, em 2006, no Rio Grande do Sul, foram eleitos 31 deputados federais. A maior bancada foi a do PT (7). A maior votação foi de Manuela (PC do B), com 271.939 votos (4,57% dos votos válidos). O quociente eleitoral foi de cerca de 191.950 votos, e a menor votação entre os eleitos foi de 44.472: a cadeira é distribuída primeiro ao partido.
Trocar de eleição: ano e cargo▾
Ano da eleição
GCargo em 2006
Aptos7.750.583
Compareceram6.676.828
Abstenções1.073.755
Brancos502.785
Nulos215.674
Válidos5.950.463
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
31 cadeiras na Câmara dos Deputados, distribuídas entre 11 partidos. A cadeira é aproximadamente ~191.950 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras).
PTPartido dos Trabalhadores722,58%
1.008.114 nominais + 118.618 de legenda
PMDBPartido do Movimento Democrático Brasileiro516,13%
953.717 nominais + 49.966 de legenda
PPPartido Progressista516,13%
841.907 nominais + 27.001 de legenda
PDTPartido Democrático Trabalhista39,68%
513.852 nominais + 48.224 de legenda
PTBPartido Trabalhista Brasileiro39,68%
504.507 nominais + 19.931 de legenda
PSDBPartido da Social Democracia Brasileira26,45%
430.631 nominais + 68.233 de legenda
PFLPartido da Frente Liberal26,45%
252.347 nominais + 12.091 de legenda
PSBPartido Socialista Brasileiro13,23%
278.946 nominais + 6.409 de legenda
PC do BPartido Comunista do Brasil13,23%
277.902 nominais + 3.570 de legenda
PSOLPartido Socialismo e Liberdade13,23%
209.416 nominais + 16.730 de legenda
PPSPartido Popular Socialista13,23%
77.885 nominais + 13.355 de legenda
0 pela cota + 1 por sobra
Coligação: até 2018 partidos podiam se juntar em uma chapa só, e o quociente era da coligação, não de cada partido. As cadeiras iam para a aliança e depois para os candidatos mais votados dentro dela. Por isso um partido pequeno podia eleger alguém pegando carona no total do grupo. Use Agrupar por coligação acima para ver quem disputou junto. De 2020 em diante isso acabou nas eleições proporcionais; o que existe hoje é a federação, que é permanente: os partidos que se federam ficam obrigados a permanecer juntos por pelo menos 4 anos, valendo para todo o país e durante o mandato, não só para a eleição.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Votação por partido (todos, inclusive quem não elegeu)
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira. O número à direita é quantos quocientes eleitorais o partido somou (votos ÷ quociente): abaixo de 1,0 ele não atingiu, sozinho, o custo de uma cadeira, mas ainda podia eleger pela coligação ou pelas sobras.
PTPartido dos Trabalhadores1.126.7327 cadeiras
1.008.114 nominais + 118.618 de legenda · 5,9 quocientes
PMDBPartido do Movimento Democrático Brasileiro1.003.6835 cadeiras
953.717 nominais + 49.966 de legenda · 5,2 quocientes
PPPartido Progressista868.9085 cadeiras
841.907 nominais + 27.001 de legenda · 4,5 quocientes
Quociente é o total de votos que o partido precisa por vaga (votos válidos ÷ cadeiras); a cadeira vai ao seu candidato mais votado. Corte é a menor votação entre os eleitos (o patamar de entrada), e costuma ser bem menor que o quociente. 1º de fora é a maior votação entre os não eleitos, e pode ser maior que o corte (aí aparece destacado), porque a cadeira é do partido antes de ser do candidato. Entenda o corte e o quociente no tutorial.
A tabela acima já traz todos os anos de 1994 em diante. Para ver uma eleição anterior a 1994, escolha o ano em Trocar de eleição, no alto da página.
Eleição Geral·2006·Deputado Federal·Rio Grande do Sul (RS)
Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.
Mostrando 279 de 279. O número à esquerda é a posição na votação, não na lista.
Ver o resultado por cidade
Prefeito e vereador nas cidades do Rio Grande do Sul
A tabela do corte cobre de 1994 a 2026; o resultado por eleição vai até onde o TSE publica cada cargo. Só aparecem eleições gerais: prefeito e vereador se apuram cidade a cidade (os anos logo acima levam às cidades deste estado; cada cidade também está na aba Cidades).
O percentual sobre válidos não é exibido nesta tabela: os votos válidos incluem o voto de legenda, que não vai para candidato nenhum.