Deputado Federal · 1998 · Rio Grande do Sul

Perfil do eleitorado 2026
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, em 1998, no Rio Grande do Sul, foram eleitos 31 deputados federais. A maior bancada foi a do PT (8). A maior votação foi de Paim (PT), com 213.894 votos (4,41% dos votos válidos). O quociente eleitoral foi de cerca de 156.485 votos, e a menor votação entre os eleitos foi de 41.679: a cadeira é distribuída primeiro ao partido.

Trocar de eleição: ano e cargo
Aptos6.846.077
Compareceram5.823.357
Abstenções1.022.720
Brancos561.883
Nulos410.443
Válidos4.851.031

Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.

31 cadeiras na Câmara dos Deputados, distribuídas entre 8 partidos. A cadeira é aproximadamente ~156.485 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras).

PT + PMDB + PPB + PDT + PSDB + PFL + PSB2890,32%
3.702.279 nominais
PTBPartido Trabalhista Brasileiro39,68%
487.061 nominais

Coligação: até 2018 partidos podiam se juntar em uma chapa só, e o quociente era da coligação, não de cada partido. As cadeiras iam para a aliança e depois para os candidatos mais votados dentro dela. Por isso um partido pequeno podia eleger alguém pegando carona no total do grupo. Use Agrupar por coligação acima para ver quem disputou junto. De 2020 em diante isso acabou nas eleições proporcionais; o que existe hoje é a federação, que é permanente: os partidos que se federam ficam obrigados a permanecer juntos por pelo menos 4 anos, valendo para todo o país e durante o mandato, não só para a eleição.

Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa. Uma única legenda tem maioria absoluta.

Votação por partido (todos, inclusive quem não elegeu)

Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira. O número à direita é quantos quocientes eleitorais o partido somou (votos ÷ quociente): abaixo de 1,0 ele não atingiu, sozinho, o custo de uma cadeira, mas ainda podia eleger pela coligação ou pelas sobras.

PMDBPartido do Movimento Democrático Brasileiro972.3157 cadeiras
972.315 nominais · 6,2 quocientes
PTPartido dos Trabalhadores971.7758 cadeiras
971.775 nominais · 6,2 quocientes
PPBPartido Progressista Brasileiro741.3295 cadeiras
741.329 nominais · 4,7 quocientes
PDTPartido Democrático Trabalhista526.3684 cadeiras
526.368 nominais · 3,4 quocientes
PTBPartido Trabalhista Brasileiro487.0613 cadeiras
487.061 nominais · 3,1 quocientes
PSDBPartido da Social Democracia Brasileira281.5062 cadeiras
281.506 nominais · 1,8 quociente
PFLPartido da Frente Liberal108.0931 cadeira
108.093 nominais · 0,7 quociente
PSBPartido Socialista Brasileiro100.8931 cadeira
100.893 nominais · 0,6 quociente
PC do B24.453sem cadeira
24.453 nominais · 0,2 quociente
PL17.320sem cadeira
17.320 nominais · 0,1 quociente
PRONA6.343sem cadeira
6.343 nominais · 0,0 quociente
PRN4.641sem cadeira
4.641 nominais · 0,0 quociente
PSTU4.224sem cadeira
4.224 nominais · 0,0 quociente
PV3.879sem cadeira
3.879 nominais · 0,0 quociente
PPS2.836sem cadeira
2.836 nominais · 0,0 quociente
PSC1.993sem cadeira
1.993 nominais · 0,0 quociente
PRP1.386sem cadeira
1.386 nominais · 0,0 quociente
PRTB1.005sem cadeira
1.005 nominais · 0,0 quociente
PMN353sem cadeira
353 nominais · 0,0 quociente
PSDC254sem cadeira
254 nominais · 0,0 quociente

Em 2026, o último deputado federal eleito no Rio Grande do Sul fez 40.406 votos. Foram 31 cadeiras e 447 pessoas disputaram.

AnoCadei­rasCandi­datosQuoci­enteCorteMais votado1º de fora
202631447196.17040.406379.83489.434
202231512198.38140.555259.02391.887
201831404188.55132.200349.85568.178
201431308191.67960.523162.462103.006
201031271198.88228.236482.590129.501
200631279191.95044.472271.93974.691
200231197189.75943.716190.42080.628
199831194156.48541.679213.89447.920
199431194—22.656138.55840.788

Quociente é o total de votos que o partido precisa por vaga (votos válidos ÷ cadeiras); a cadeira vai ao seu candidato mais votado. Corte é a menor votação entre os eleitos (o patamar de entrada), e costuma ser bem menor que o quociente. 1º de fora é a maior votação entre os não eleitos, e pode ser maior que o corte (aí aparece destacado), porque a cadeira é do partido antes de ser do candidato. Entenda o corte e o quociente no tutorial.

A tabela acima já traz todos os anos de 1994 em diante. Para ver uma eleição anterior a 1994, escolha o ano em Trocar de eleição, no alto da página.

Eleição Geral1998Deputado FederalRio Grande do Sul (RS)

Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.

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Prefeito e vereador nas cidades do Rio Grande do Sul

A tabela do corte cobre de 1994 a 2026; o resultado por eleição vai até onde o TSE publica cada cargo. Só aparecem eleições gerais: prefeito e vereador se apuram cidade a cidade (os anos logo acima levam às cidades deste estado; cada cidade também está na aba Cidades).

O percentual sobre válidos não é exibido nesta tabela: os votos válidos incluem o voto de legenda, que não vai para candidato nenhum.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892