Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, em 1994, no Rio Grande do Sul, foram eleitos 31 deputados federais. A maior bancada foi a do PMDB (8). A maior votação foi de Paulo Renato Paim (PT), com 138.558 votos. O quociente eleitoral foi de cerca de 102.219 votos, e a menor votação entre os eleitos foi de 22.656: a cadeira é distribuída primeiro ao partido.
Trocar de eleição: ano e cargo▾
Ano da eleição
GCargo em 1994
Aptos6.296.021
Compareceram5.549.426
Abstenções746.595
Brancos916.486
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
O TSE não publicou votos válidos nem nulos em 1994, então o percentual sobre válidos não é exibido.
31 cadeiras na Câmara dos Deputados, distribuídas entre 7 partidos. A cadeira é aproximadamente ~102.219 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras).
PMDBPartido do Movimento Democratico Brasileiro825,81%
823.215 nominais
PTPartido dos Trabalhadores722,58%
515.722 nominais
PPRPartido Progressista Reformador619,35%
652.489 nominais
PDTPartido Democratico Trabalhista516,13%
495.772 nominais
PTBPartido Trabalhista Brasileiro26,45%
262.982 nominais
PSDBPartido da Social Democracia Brasileira26,45%
233.697 nominais
PFLPartido da Frente Liberal13,23%
83.012 nominais
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Votação por partido (todos, inclusive quem não elegeu)
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira. O número à direita é quantos quocientes eleitorais o partido somou (votos ÷ quociente): abaixo de 1,0 ele não atingiu, sozinho, o custo de uma cadeira, mas ainda podia eleger pela coligação ou pelas sobras.
PMDBPartido do Movimento Democratico Brasileiro823.2158 cadeiras
Quociente é o total de votos que o partido precisa por vaga (votos válidos ÷ cadeiras); a cadeira vai ao seu candidato mais votado. Corte é a menor votação entre os eleitos (o patamar de entrada), e costuma ser bem menor que o quociente. 1º de fora é a maior votação entre os não eleitos, e pode ser maior que o corte (aí aparece destacado), porque a cadeira é do partido antes de ser do candidato. Entenda o corte e o quociente no tutorial.
A tabela acima já traz todos os anos de 1994 em diante. Para ver uma eleição anterior a 1994, escolha o ano em Trocar de eleição, no alto da página.
Eleição Geral·1994·Deputado Federal·Rio Grande do Sul (RS)
Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.
Prefeito e vereador nas cidades do Rio Grande do Sul
A tabela do corte cobre de 1994 a 2026; o resultado por eleição vai até onde o TSE publica cada cargo. Só aparecem eleições gerais: prefeito e vereador se apuram cidade a cidade (os anos logo acima levam às cidades deste estado; cada cidade também está na aba Cidades).
O percentual sobre válidos não é exibido nesta tabela: os votos válidos incluem o voto de legenda, que não vai para candidato nenhum.