Em 2018, no Rio Grande do Norte, foram eleitos 8 deputados federais, segundo os dados do TSE. As maiores bancadas foram as do PT, do PTC, do PR, do MDB, do PSB, do PSL, do PP e do PSD, com 1 cada. A maior votação foi de Benes Leocadio (PTC), com 125.841 votos (7,77% dos votos válidos). O quociente eleitoral foi de cerca de 202.353 votos, e a menor votação entre os eleitos foi de 70.350: a cadeira é distribuída primeiro ao partido.
Trocar de eleição: ano e cargo▾
Ano da eleição
GCargo em 2018
Aptos2.372.548
Compareceram1.966.450
Abstenções406.098
Brancos109.541
Nulos238.086
Válidos1.618.823
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
8 cadeiras na Câmara dos Deputados, distribuídas entre 8 partidos. A cadeira é aproximadamente ~202.353 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras). Das 8 cadeiras, 6 saíram pela cota (o partido atinge o quociente) e 2 pelas sobras (as vagas que restam vão, uma a uma, ao partido com a maior média). Por isso o mais votado leva mais que a própria cota.
PTPartido dos Trabalhadores112,50%
246.756 nominais + 16.327 de legenda
1 pela cota
PTCPartido Trabalhista Cristão112,50%
126.615 nominais + 2.677 de legenda
1 pela cota
PRPartido da República112,50%
93.505 nominais + 3.756 de legenda
1 pela cota
MDBMovimento Democrático Brasileiro112,50%
92.432 nominais + 6.640 de legenda
1 pela cota
PSBPartido Socialista Brasileiro112,50%
82.791 nominais + 2.116 de legenda
1 pela cota
PSLPartido Social Liberal112,50%
81.640 nominais + 7.735 de legenda
1 pela cota
PPPartido Progressista112,50%
81.308 nominais + 4.875 de legenda
0 pela cota + 1 por sobra
PSDPartido Social Democrático112,50%
74.453 nominais + 3.093 de legenda
0 pela cota + 1 por sobra
Coligação: até 2018 partidos podiam se juntar em uma chapa só, e o quociente era da coligação, não de cada partido. As cadeiras iam para a aliança e depois para os candidatos mais votados dentro dela. Por isso um partido pequeno podia eleger alguém pegando carona no total do grupo. Use Agrupar por coligação acima para ver quem disputou junto. De 2020 em diante isso acabou nas eleições proporcionais; o que existe hoje é a federação, que é permanente: os partidos que se federam ficam obrigados a permanecer juntos por pelo menos 4 anos, valendo para todo o país e durante o mandato, não só para a eleição.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Votação por partido (todos, inclusive quem não elegeu)
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira. O número à direita é quantos quocientes eleitorais o partido somou (votos ÷ quociente): abaixo de 1,0 ele não atingiu, sozinho, o custo de uma cadeira, mas ainda podia eleger pela coligação ou pelas sobras.
PTPartido dos Trabalhadores263.0831 cadeira
246.756 nominais + 16.327 de legenda · 1,3 quociente
PTCPartido Trabalhista Cristão129.2921 cadeira
126.615 nominais + 2.677 de legenda · 0,6 quociente
SOLIDARIEDADE106.817sem cadeira
102.667 nominais + 4.150 de legenda · 0,5 quociente
Quociente é o total de votos que o partido precisa por vaga (votos válidos ÷ cadeiras); a cadeira vai ao seu candidato mais votado. Corte é a menor votação entre os eleitos (o patamar de entrada), e costuma ser bem menor que o quociente. 1º de fora é a maior votação entre os não eleitos, e pode ser maior que o corte (aí aparece destacado), porque a cadeira é do partido antes de ser do candidato. Entenda o corte e o quociente no tutorial.
A tabela acima já traz todos os anos de 1994 em diante. Para ver uma eleição anterior a 1994, escolha o ano em Trocar de eleição, no alto da página.
Eleição Geral·2018·Deputado Federal·Rio Grande do Norte (RN)
Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.
6 candidaturas desta lista tiveram os votos anulados, segundo os dados do TSE: aparecem no fim, com os votos digitados nas urnas (o boletim de urna), sem percentual e fora da ordem dos válidos, porque esses votos não entram nos votos válidos. A tag ao lado mostra a situação do registro da candidatura nos dados do TSE, que ainda pode mudar com decisão da Justiça Eleitoral.
Ver o resultado por cidade
Prefeito e vereador nas cidades do Rio Grande do Norte
A tabela do corte cobre de 1994 a 2026; o resultado por eleição vai até onde o TSE publica cada cargo. Só aparecem eleições gerais: prefeito e vereador se apuram cidade a cidade (os anos logo acima levam às cidades deste estado; cada cidade também está na aba Cidades).
O percentual sobre válidos não é exibido nesta tabela: os votos válidos incluem o voto de legenda, que não vai para candidato nenhum.