Em 2022, o último deputado federal eleito no Rio Grande do Norte fez 56.315 votos. Foram 8 cadeiras e 175 pessoas disputaram.
| Ano | Cadeiras | Candidatos | Quociente | Corte | Mais votado | 1º de fora |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2022 | 8 | 175 | 233.103 | 56.315 | 157.565 | 92.753 |
| 2018 | 8 | 113 | 202.353 | 70.350 | 125.841 | 98.070 |
| 2014 | 8 | 83 | 197.609 | 64.445 | 191.064 | 63.371 |
| 2010 | 8 | 60 | 206.672 | 55.086 | 220.355 | 105.422 |
| 2006 | 8 | 68 | 202.545 | 69.277 | 195.148 | 81.402 |
| 2002 | 8 | 74 | 182.581 | 79.399 | 161.875 | 81.314 |
| 1998 | 8 | 47 | 129.928 | 51.509 | 163.572 | 51.218 |
| 1994 | 8 | 39 | — | 46.844 | 108.322 | 46.209 |
Quociente é o total de votos que o partido precisa por vaga (votos válidos ÷ cadeiras); a cadeira vai ao seu candidato mais votado. Corte é a menor votação entre os eleitos (o patamar de entrada), e costuma ser bem menor que o quociente. 1º de fora é a maior votação entre os não eleitos, e pode ser maior que o corte (aí aparece destacado), porque a cadeira é do partido antes de ser do candidato. Entenda o corte e o quociente no tutorial.
A tabela acima já traz todos os anos de 1994 em diante. Para ver uma eleição anterior a 1994, escolha o ano em Ano da eleição, logo abaixo.
8 cadeiras na Câmara dos Deputados, distribuídas entre 7 partidos. A cadeira é aproximadamente ~202.545 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras).
Coligação: até 2018 partidos podiam se juntar em uma chapa só, e o quociente era da coligação, não de cada partido. As cadeiras iam para a aliança e depois para os candidatos mais votados dentro dela. Por isso um partido pequeno podia eleger alguém pegando carona no total do grupo. Use Agrupar por coligação acima para ver quem disputou junto. De 2020 em diante isso acabou nas eleições proporcionais; o que existe hoje é a federação, que é permanente: os partidos que se federam ficam obrigados a permanecer juntos por pelo menos 4 anos, valendo para todo o país e durante o mandato, não só para a eleição.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira. O número à direita é quantos quocientes eleitorais o partido somou (votos ÷ quociente): abaixo de 1,0 ele não atingiu, sozinho, o custo de uma cadeira, mas ainda podia eleger pela coligação ou pelas sobras.
Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.
Mostrando 68 de 68. O número à esquerda é a posição na votação, não na lista.
A tabela do corte cobre de 1994 a 2022; o resultado por eleição vai até onde o TSE publica cada cargo. Só aparecem eleições gerais: prefeito e vereador não se apuram por estado, e estão na aba Cidades.
O percentual sobre válidos não é exibido nesta tabela: os votos válidos incluem o voto de legenda, que não vai para candidato nenhum.