Em 2022, o último deputado estadual eleito no Rio de Janeiro fez 13.946 votos. Foram 70 cadeiras e 1.561 pessoas disputaram.
| Ano | Cadeiras | Candidatos | Quociente | Corte | Mais votado | 1º de fora |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2022 | 70 | 1.561 | 119.930 | 13.946 | 181.274 | 97.822 |
| 2018 | 70 | 2.242 | 110.308 | 12.294 | 140.666 | 33.302 |
| 2014 | 70 | 1.846 | 113.274 | 11.805 | 350.408 | 42.764 |
| 2010 | 70 | 1.514 | 118.581 | 6.442 | 528.628 | 43.215 |
| 2006 | 70 | 1.377 | 116.757 | 13.547 | 204.880 | 41.684 |
| 2002 | 70 | 1.233 | 115.608 | 19.045 | 119.863 | 35.309 |
| 1998 | 70 | 1.302 | 101.428 | 10.450 | 378.242 | 21.151 |
| 1994 | 70 | 1.006 | — | 7.851 | 124.997 | 18.387 |
Quociente é o total de votos que o partido precisa por vaga (votos válidos ÷ cadeiras); a cadeira vai ao seu candidato mais votado. Corte é a menor votação entre os eleitos (o patamar de entrada), e costuma ser bem menor que o quociente. 1º de fora é a maior votação entre os não eleitos, e pode ser maior que o corte (aí aparece destacado), porque a cadeira é do partido antes de ser do candidato. Entenda o corte e o quociente no tutorial.
A tabela acima já traz todos os anos de 1994 em diante. Para ver uma eleição anterior a 1994, escolha o ano em Ano da eleição, logo abaixo.
Escolha o ano da eleição.
A tabela do corte cobre de 1994 a 2022; o resultado por eleição vai até onde o TSE publica cada cargo. Só aparecem eleições gerais: prefeito e vereador não se apuram por estado, e estão na aba Cidades.
O percentual sobre válidos não é exibido nesta tabela: os votos válidos incluem o voto de legenda, que não vai para candidato nenhum.