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Perfil do eleitorado 2026
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Em 2022, o último deputado federal eleito no Rio de Janeiro fez 33.368 votos. Foram 46 cadeiras e 1.024 pessoas disputaram.

AnoCadei­rasCandi­datosQuoci­enteCorteMais votado1º de fora
2022461.024186.43533.368213.70657.670
2018461.046168.12224.295345.23458.113
201446953166.81426.526464.57245.581
201046751174.12913.018694.86272.352
200646707175.16323.459293.05793.513
200246560175.24320.435385.11165.355
199846434154.57313.635263.01573.791
199446359—21.031141.88044.743

Quociente é o total de votos que o partido precisa por vaga (votos válidos ÷ cadeiras); a cadeira vai ao seu candidato mais votado. Corte é a menor votação entre os eleitos (o patamar de entrada), e costuma ser bem menor que o quociente. 1º de fora é a maior votação entre os não eleitos, e pode ser maior que o corte (aí aparece destacado), porque a cadeira é do partido antes de ser do candidato. Entenda o corte e o quociente no tutorial.

A tabela acima já traz todos os anos de 1994 em diante. Para ver uma eleição anterior a 1994, escolha o ano em Ano da eleição, logo abaixo.

O "segundo turno" para deputados nas eleições de 1933 e 1934 não significava uma nova ida dos eleitores às urnas em outra data, mas sim um complexo método de contagem de votos na mesma cédula, instituído pelo Código Eleitoral de 1932. Naquele sistema de "dois turnos simultâneos", o cidadão votava escrevendo uma lista com vários nomes na cédula. O primeiro turno consistia na apuração exclusiva do primeiro nome dessa lista, cujos votos serviam para distribuir as cadeiras de forma proporcional aos partidos que atingiam o quociente eleitoral. Como esse cálculo matemático quase sempre deixava cadeiras vazias (as chamadas "sobras"), realizava-se imediatamente o segundo turno, que era a contagem dos demais nomes escritos pelo eleitor na mesma cédula. Essas vagas remanescentes eram preenchidas, então, pelos candidatos mais votados nessa segunda contagem, utilizando uma lógica de maioria simples. Tratava-se, portanto, de um sistema misto de apuração (proporcional e majoritário) feito de uma só vez no mesmo dia de votação, mecanismo que deixou de existir nas legislações eleitorais brasileiras posteriores.

17 cadeiras na Câmara dos Deputados, distribuídas entre 3 partidos.

UPUNIÃO Progressista Fluminense952,94%
31.010 nominais
PRPartido Popular Radical529,41%
40.193 nominais
PEPartido Evolucionista Fluminense15,88%
1 pela cota
—sem sigla no registro do TSE211,76%

Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa. Uma única legenda tem maioria absoluta.

Votação por partido (todos, inclusive quem não elegeu)

Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira.

PRPartido Popular Radical40.1935 cadeiras
40.193 nominais
UPUNIÃO Progressista Fluminense31.0109 cadeiras
31.010 nominais
Eleição Geral1934Deputado FederalRio de Janeiro (RJ)
Ver 2º turno

Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.

A tabela do corte cobre de 1994 a 2022; o resultado por eleição vai até onde o TSE publica cada cargo. Só aparecem eleições gerais: prefeito e vereador não se apuram por estado, e estão na aba Cidades.

O percentual sobre válidos não é exibido nesta tabela: os votos válidos incluem o voto de legenda, que não vai para candidato nenhum.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885