Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, em 2006, em Pernambuco, foram eleitos 25 deputados federais. A maior bancada foi a do PT (5). A maior votação foi de Armando Monteiro (PTB), com 205.212 votos (4,91% dos votos válidos). O quociente eleitoral foi de cerca de 167.223 votos, e a menor votação entre os eleitos foi de 56.247: a cadeira é distribuída primeiro ao partido.
Trocar de eleição: ano e cargo▾
Ano da eleição
GCargo em 2006
Aptos5.834.512
Compareceram4.769.970
Abstenções1.064.542
Brancos427.430
Nulos152.631
Válidos4.180.580
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
25 cadeiras na Câmara dos Deputados, distribuídas entre 12 partidos. A cadeira é aproximadamente ~167.223 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras).
PFL + PMDB + PSDB + PPS936,00%
1.383.059 nominais + 113.809 de legenda
PT + PTB + PC do B936,00%
1.163.534 nominais + 140.668 de legenda
PSB + PL + PP + PDT + PSC728,00%
1.028.570 nominais + 112.888 de legenda
Coligação: até 2018 partidos podiam se juntar em uma chapa só, e o quociente era da coligação, não de cada partido. As cadeiras iam para a aliança e depois para os candidatos mais votados dentro dela. Por isso um partido pequeno podia eleger alguém pegando carona no total do grupo. Use Agrupar por coligação acima para ver quem disputou junto. De 2020 em diante isso acabou nas eleições proporcionais; o que existe hoje é a federação, que é permanente: os partidos que se federam ficam obrigados a permanecer juntos por pelo menos 4 anos, valendo para todo o país e durante o mandato, não só para a eleição.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Votação por partido (todos, inclusive quem não elegeu)
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira. O número à direita é quantos quocientes eleitorais o partido somou (votos ÷ quociente): abaixo de 1,0 ele não atingiu, sozinho, o custo de uma cadeira, mas ainda podia eleger pela coligação ou pelas sobras.
PTPartido dos Trabalhadores676.5075 cadeiras
567.667 nominais + 108.840 de legenda · 4,0 quocientes
PFLPartido da Frente Liberal663.8063 cadeiras
628.630 nominais + 35.176 de legenda · 4,0 quocientes
PSBPartido Socialista Brasileiro521.8863 cadeiras
493.841 nominais + 28.045 de legenda · 3,1 quocientes
Quociente é o total de votos que o partido precisa por vaga (votos válidos ÷ cadeiras); a cadeira vai ao seu candidato mais votado. Corte é a menor votação entre os eleitos (o patamar de entrada), e costuma ser bem menor que o quociente. 1º de fora é a maior votação entre os não eleitos, e pode ser maior que o corte (aí aparece destacado), porque a cadeira é do partido antes de ser do candidato. Entenda o corte e o quociente no tutorial.
A tabela acima já traz todos os anos de 1994 em diante. Para ver uma eleição anterior a 1994, escolha o ano em Trocar de eleição, no alto da página.
A tabela do corte cobre de 1994 a 2026; o resultado por eleição vai até onde o TSE publica cada cargo. Só aparecem eleições gerais: prefeito e vereador se apuram cidade a cidade (os anos logo acima levam às cidades deste estado; cada cidade também está na aba Cidades).
O percentual sobre válidos não é exibido nesta tabela: os votos válidos incluem o voto de legenda, que não vai para candidato nenhum.