Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, em 2002, no Paraná, foram eleitos 30 deputados federais. As maiores bancadas foram as do PMDB e do PT, com 6 cada. A maior votação foi de Affonso Camargo (PSDB), com 141.907 votos (2,76% dos votos válidos). O quociente eleitoral foi de cerca de 171.568 votos, e a menor votação entre os eleitos foi de 43.869: a cadeira é distribuída primeiro ao partido.
Trocar de eleição: ano e cargo▾
Ano da eleição
GCargo em 2002
Aptos6.663.381
Compareceram5.585.348
Abstenções1.078.033
Brancos306.297
Nulos132.016
Válidos5.147.035
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
30 cadeiras na Câmara dos Deputados, distribuídas entre 9 partidos. A cadeira é aproximadamente ~171.568 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras).
PPB + PTB + PDT826,67%
1.275.328 nominais + 110.197 de legenda
PSDB + PFL723,33%
1.031.260 nominais + 64.851 de legenda
PT + PL723,33%
865.987 nominais + 167.778 de legenda
PMDBPartido do Movimento Democrático Brasileiro620,00%
941.051 nominais + 45.217 de legenda
PPSPartido Popular Socialista26,67%
289.761 nominais + 17.717 de legenda
Coligação: até 2018 partidos podiam se juntar em uma chapa só, e o quociente era da coligação, não de cada partido. As cadeiras iam para a aliança e depois para os candidatos mais votados dentro dela. Por isso um partido pequeno podia eleger alguém pegando carona no total do grupo. Use Agrupar por coligação acima para ver quem disputou junto. De 2020 em diante isso acabou nas eleições proporcionais; o que existe hoje é a federação, que é permanente: os partidos que se federam ficam obrigados a permanecer juntos por pelo menos 4 anos, valendo para todo o país e durante o mandato, não só para a eleição.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Votação por partido (todos, inclusive quem não elegeu)
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira. O número à direita é quantos quocientes eleitorais o partido somou (votos ÷ quociente): abaixo de 1,0 ele não atingiu, sozinho, o custo de uma cadeira, mas ainda podia eleger pela coligação ou pelas sobras.
PMDBPartido do Movimento Democrático Brasileiro986.2686 cadeiras
941.051 nominais + 45.217 de legenda · 5,7 quocientes
PTPartido dos Trabalhadores914.2756 cadeiras
752.994 nominais + 161.281 de legenda · 5,3 quocientes
PSDBPartido da Social Democracia Brasileira732.9845 cadeiras
688.484 nominais + 44.500 de legenda · 4,3 quocientes
Quociente é o total de votos que o partido precisa por vaga (votos válidos ÷ cadeiras); a cadeira vai ao seu candidato mais votado. Corte é a menor votação entre os eleitos (o patamar de entrada), e costuma ser bem menor que o quociente. 1º de fora é a maior votação entre os não eleitos, e pode ser maior que o corte (aí aparece destacado), porque a cadeira é do partido antes de ser do candidato. Entenda o corte e o quociente no tutorial.
A tabela acima já traz todos os anos de 1994 em diante. Para ver uma eleição anterior a 1994, escolha o ano em Trocar de eleição, no alto da página.
Eleição Geral·2002·Deputado Federal·Paraná (PR)
Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.
A tabela do corte cobre de 1994 a 2026; o resultado por eleição vai até onde o TSE publica cada cargo. Só aparecem eleições gerais: prefeito e vereador se apuram cidade a cidade (os anos logo acima levam às cidades deste estado; cada cidade também está na aba Cidades).
O percentual sobre válidos não é exibido nesta tabela: os votos válidos incluem o voto de legenda, que não vai para candidato nenhum.