Em 2022, quem venceu a disputa ao Senado em Minas Gerais fez 4.268.193 votos, entre 9 candidatos.
| Ano | Cadeiras | Candidatos | Corte | Mais votado | 1º de fora |
|---|---|---|---|---|---|
| 2022 | 1 | 9 | 4.268.193 | 4.268.193 | 3.679.392 |
| 2018 | 2 | 14 | 3.568.658 | 3.616.864 | 3.251.175 |
| 2014 | 1 | 8 | 5.102.987 | 5.102.987 | 3.614.720 |
| 2010 | 2 | 10 | 5.125.455 | 7.565.377 | 4.595.351 |
| 2006 | 1 | 10 | 5.055.629 | 5.055.629 | 2.423.250 |
| 2002 | 2 | 14 | 3.569.376 | 4.157.721 | 3.301.171 |
| 1998 | 1 | 9 | 2.902.158 | 2.902.158 | 2.493.240 |
| 1994 | 2 | 12 | 1.419.993 | 1.764.546 | 1.369.632 |
Disputa majoritária: vence quem faz mais votos, sem quociente partidário. O Senado renova dois terços e um terço alternadamente: por isso o número de cadeiras muda de uma eleição para a outra.
A tabela acima já traz todos os anos de 1994 em diante. Para ver uma eleição anterior a 1994, escolha o ano em Ano da eleição, logo abaixo.
Nesta eleição cada unidade da federação escolheu DOIS senadores. O Senado Federal não se renova por inteiro: a cada quatro anos vai a voto um terço das cadeiras (uma por estado) e, quatro anos depois, dois terços (duas por estado). Nos anos de duas vagas o eleitor votava em dois nomes diferentes, e é por isso que a soma dos votos supera o número de eleitores que compareceram: em 2010 foram 173.007.018 votos válidos para 111.038.684 comparecimentos. Não é erro de contagem nem soma repetida: um mesmo comparecimento produziu até dois votos válidos. Nos anos de uma vaga a relação volta ao normal e os válidos ficam abaixo do comparecimento, porque brancos, nulos e abstenções saem da conta.
Nestas eleições concorreram apenas dois partidos: a ARENA e o MDB. O quadro partidário anterior foi extinto pelo Ato Institucional nº 2, de 1965, e o Ato Complementar nº 4 estabeleceu que só duas organizações poderiam registrar candidatos. O pluripartidarismo foi restabelecido pela reforma de 1979, e esta base registra 5 partidos em 1982 e 29 em 1986.
2 cadeiras no Senado Federal, todas de um único partido.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira.
Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.
A tabela do corte cobre de 1994 a 2022; o resultado por eleição vai até onde o TSE publica cada cargo. Só aparecem eleições gerais: prefeito e vereador não se apuram por estado, e estão na aba Cidades.
O percentual sobre válidos não é exibido nesta tabela: os votos válidos incluem o voto de legenda, que não vai para candidato nenhum.