Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, em 2006, no Mato Grosso do Sul, foram eleitos 24 deputados estaduais. A maior bancada foi a do PMDB (7). A maior votação foi de Reinaldo Azambuja (PSDB), com 47.772 votos (3,92% dos votos válidos). O quociente eleitoral foi de cerca de 50.750 votos, e a menor votação entre os eleitos foi de 9.708: a cadeira é distribuída primeiro ao partido.
Trocar de eleição: ano e cargo▾
Ano da eleição
GCargo em 2006
Aptos1.561.181
Compareceram1.288.948
Abstenções272.233
Brancos41.537
Nulos27.915
Válidos1.217.989
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
24 cadeiras na Assembleia Legislativa do Mato Grosso do Sul, distribuídas entre 10 partidos. A cadeira é aproximadamente ~50.750 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras).
PMDB + PSDB + PFL1041,67%
417.605 nominais + 46.516 de legenda
PT + PTB520,83%
212.697 nominais + 36.687 de legenda
PDTPartido Democrático Trabalhista312,50%
148.740 nominais + 12.319 de legenda
PLPartido Liberal312,50%
131.327 nominais + 3.272 de legenda
PRTB + PT do B28,33%
51.287 nominais + 1.055 de legenda
PSBPartido Socialista Brasileiro14,17%
40.247 nominais + 1.179 de legenda
Coligação: até 2018 partidos podiam se juntar em uma chapa só, e o quociente era da coligação, não de cada partido. As cadeiras iam para a aliança e depois para os candidatos mais votados dentro dela. Por isso um partido pequeno podia eleger alguém pegando carona no total do grupo. Use Agrupar por coligação acima para ver quem disputou junto. De 2020 em diante isso acabou nas eleições proporcionais; o que existe hoje é a federação, que é permanente: os partidos que se federam ficam obrigados a permanecer juntos por pelo menos 4 anos, valendo para todo o país e durante o mandato, não só para a eleição.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Votação por partido (todos, inclusive quem não elegeu)
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira. O número à direita é quantos quocientes eleitorais o partido somou (votos ÷ quociente): abaixo de 1,0 ele não atingiu, sozinho, o custo de uma cadeira, mas ainda podia eleger pela coligação ou pelas sobras.
PMDBPartido do Movimento Democrático Brasileiro313.7137 cadeiras
290.563 nominais + 23.150 de legenda · 6,2 quocientes
PTPartido dos Trabalhadores205.5034 cadeiras
170.927 nominais + 34.576 de legenda · 4,0 quocientes
Quociente é o total de votos que o partido precisa por vaga (votos válidos ÷ cadeiras); a cadeira vai ao seu candidato mais votado. Corte é a menor votação entre os eleitos (o patamar de entrada), e costuma ser bem menor que o quociente. 1º de fora é a maior votação entre os não eleitos, e pode ser maior que o corte (aí aparece destacado), porque a cadeira é do partido antes de ser do candidato. Entenda o corte e o quociente no tutorial.
A tabela acima já traz todos os anos de 1994 em diante. Para ver uma eleição anterior a 1994, escolha o ano em Trocar de eleição, no alto da página.
Eleição Geral·2006·Deputado Estadual·Mato Grosso do Sul (MS)
Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.
Prefeito e vereador nas cidades do Mato Grosso do Sul
A tabela do corte cobre de 1994 a 2026; o resultado por eleição vai até onde o TSE publica cada cargo. Só aparecem eleições gerais: prefeito e vereador se apuram cidade a cidade (os anos logo acima levam às cidades deste estado; cada cidade também está na aba Cidades).
O percentual sobre válidos não é exibido nesta tabela: os votos válidos incluem o voto de legenda, que não vai para candidato nenhum.