Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, em 1970, no Espírito Santo, foram eleitos 21 deputados estaduais. A maior bancada foi a da ARENA (14). A maior votação foi de Theodorico de Assis Ferraço (ARENA), com 8.578 votos (3,37% dos votos). A menor votação entre os eleitos foi de 3.205 votos.
Nestas eleições concorreram apenas dois partidos: a ARENA e o MDB. O quadro partidário anterior foi extinto pelo Ato Institucional nº 2, de 1965, e o Ato Complementar nº 4 estabeleceu que só duas organizações poderiam registrar candidatos. O pluripartidarismo foi restabelecido pela reforma de 1979, e esta base registra 5 partidos em 1982 e 29 em 1986.
21 cadeiras na Assembleia Legislativa do Espírito Santo, distribuídas entre 2 partidos.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa. Uma única legenda tem maioria absoluta.
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira.
Em 2026, o último deputado estadual eleito no Espírito Santo fez 17.775 votos. Foram 30 cadeiras e 399 pessoas disputaram.
| Ano | Cadeiras | Candidatos | Quociente | Corte | Mais votado | 1º de fora |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | 30 | 399 | 71.426 | 17.775 | 61.501 | 22.845 |
| 2022 | 30 | 507 | 68.924 | 12.176 | 138.523 | 23.534 |
| 2018 | 30 | 582 | 65.022 | 11.489 | 47.015 | 19.195 |
| 2014 | 30 | 472 | 63.414 | 12.007 | 55.408 | 23.243 |
| 2010 | 30 | 346 | 63.886 | 13.282 | 65.049 | 20.109 |
| 2006 | 30 | 354 | 59.008 | 11.329 | 65.704 | 16.714 |
| 2002 | 30 | 334 | 55.263 | 7.358 | 37.610 | 19.544 |
| 1998 | 30 | 311 | 42.831 | 4.558 | 38.610 | 11.386 |
| 1994 | 30 | 256 | — | 6.415 | 22.404 | 9.180 |
Quociente é o total de votos que o partido precisa por vaga (votos válidos ÷ cadeiras); a cadeira vai ao seu candidato mais votado. Corte é a menor votação entre os eleitos (o patamar de entrada), e costuma ser bem menor que o quociente. 1º de fora é a maior votação entre os não eleitos, e pode ser maior que o corte (aí aparece destacado), porque a cadeira é do partido antes de ser do candidato. Entenda o corte e o quociente no tutorial.
A tabela acima já traz todos os anos de 1994 em diante. Para ver uma eleição anterior a 1994, escolha o ano em Trocar de eleição, no alto da página.
Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.
A tabela do corte cobre de 1994 a 2026; o resultado por eleição vai até onde o TSE publica cada cargo. Só aparecem eleições gerais: prefeito e vereador se apuram cidade a cidade (os anos logo acima levam às cidades deste estado; cada cidade também está na aba Cidades).
O percentual sobre válidos não é exibido nesta tabela: os votos válidos incluem o voto de legenda, que não vai para candidato nenhum.