Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, em 1998, na Bahia, foram eleitos 39 deputados federais. A maior bancada foi a do PFL (20). A maior votação foi de Paulo Magalhaes (PFL), com 192.515 votos (4,64% dos votos válidos). O quociente eleitoral foi de cerca de 106.462 votos, e a menor votação entre os eleitos foi de 37.569: a cadeira é distribuída primeiro ao partido.
Trocar de eleição: ano e cargo▾
Ano da eleição
GCargo em 1998
Aptos7.932.228
Compareceram5.406.722
Abstenções2.525.506
Brancos616.040
Nulos638.647
Válidos4.152.035
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
39 cadeiras na Câmara dos Deputados, distribuídas entre 9 partidos. A cadeira é aproximadamente ~106.462 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras).
PFL + PSDB + PT + PMDB + PTB + PPB + PDT + PL + PC do B39100,00%
3.498.014 nominais
Coligação: até 2018 partidos podiam se juntar em uma chapa só, e o quociente era da coligação, não de cada partido. As cadeiras iam para a aliança e depois para os candidatos mais votados dentro dela. Por isso um partido pequeno podia eleger alguém pegando carona no total do grupo. Use Agrupar por coligação acima para ver quem disputou junto. De 2020 em diante isso acabou nas eleições proporcionais; o que existe hoje é a federação, que é permanente: os partidos que se federam ficam obrigados a permanecer juntos por pelo menos 4 anos, valendo para todo o país e durante o mandato, não só para a eleição.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa. Uma única legenda tem maioria absoluta.
Votação por partido (todos, inclusive quem não elegeu)
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira. O número à direita é quantos quocientes eleitorais o partido somou (votos ÷ quociente): abaixo de 1,0 ele não atingiu, sozinho, o custo de uma cadeira, mas ainda podia eleger pela coligação ou pelas sobras.
PFLPartido da Frente Liberal1.842.06320 cadeiras
1.842.063 nominais · 17,3 quocientes
PTPartido dos Trabalhadores448.5095 cadeiras
448.509 nominais · 4,2 quocientes
PSDBPartido da Social Democracia Brasileira383.9186 cadeiras
383.918 nominais · 3,6 quocientes
PMDBPartido do Movimento Democrático Brasileiro317.9033 cadeiras
Quociente é o total de votos que o partido precisa por vaga (votos válidos ÷ cadeiras); a cadeira vai ao seu candidato mais votado. Corte é a menor votação entre os eleitos (o patamar de entrada), e costuma ser bem menor que o quociente. 1º de fora é a maior votação entre os não eleitos, e pode ser maior que o corte (aí aparece destacado), porque a cadeira é do partido antes de ser do candidato. Entenda o corte e o quociente no tutorial.
A tabela acima já traz todos os anos de 1994 em diante. Para ver uma eleição anterior a 1994, escolha o ano em Trocar de eleição, no alto da página.
Eleição Geral·1998·Deputado Federal·Bahia (BA)
Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.
A tabela do corte cobre de 1994 a 2026; o resultado por eleição vai até onde o TSE publica cada cargo. Só aparecem eleições gerais: prefeito e vereador se apuram cidade a cidade (os anos logo acima levam às cidades deste estado; cada cidade também está na aba Cidades).
O percentual sobre válidos não é exibido nesta tabela: os votos válidos incluem o voto de legenda, que não vai para candidato nenhum.